quinta-feira, 30 de julho de 2009

Alimento orgânico não é mais saudável que convencional

Pesquisa é da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. Foram revistos 162 artigos científicos publicados nos últimos 50 anos.

Os alimentos orgânicos não apresentam benefícios nutricionais ou para a saúde superiores aos alimentos comuns, concluiu um amplo estudo divulgado ontem.

Pesquisadores da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres afirmaram que os consumidores estão pagando preços mais altos por alimentos orgânicos por causa de seus supostos benefícios para a saúde, criando um mercado global de orgânicos que movimentou US$ 48 bilhões em 2007.

Mas uma revisão sistemática de 162 artigos científicos publicados nos últimos 50 anos não constatou diferença significativa entre os alimentos orgânicos e os outros.

"Constatou-se que existe um número pequeno de diferenças em teor de nutrientes entre os alimentos orgânicos e os que são produzidos convencionalmente, mas que é pouco provável que elas tenham relevância em termos de saúde pública", disse um dos autores do relatório, Alan Dangour.

"Nossa revisão indica que não existem no momento evidências que fundamentem a escolha de alimentos orgânicos em detrimento dos alimentos convencionalmente produzidos, com base na superioridade nutricional de uns sobre outros."

Os resultados da pesquisa, que foi encomendada pela Agência de Padrões de Alimentos do governo britânico, foram publicados no "American Journal of Clinical Nutrition".

As vendas de alimentos orgânicos vêm caindo em alguns mercados, incluindo a Grã-Bretanha, na medida em que a recessão vem levando os consumidores a reduzir suas compras.

Em 2008, após uma queda na demanda no final do ano, as vendas de produtos orgânicos na Grã-Bretanha cresceram apenas 1,7%, muito abaixo do índice de crescimento anual médio de 26% verificado nos últimos dez anos.


As informações são do G1

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Motorista bate o carro após cobras de estimação escaparem do seu bolso

Um motorista culpou duas cobras de estimação por ter se envolvido em um acidente de carro em Hartford, nos Estados Unidos. Os répteis teriam fugido dos bolsos de sua calça quando ele estava dirigindo, segundo a polícia.
Angel Rolon, de 20 anos, alegou que perdeu o controle de seu veículo após as cobras deslizarem até os pedais. Ele e um passageiro tentaram capturá-las, mas Rolon acabou batendo o veículo em outros carros que estavam estacionados e capotou.
A policia disse que as cobras não foram encontradas e, por isso, não foi possível confirmar a história. Rolon foi levado para um hospital com ferimentos leves. Ainda segundo a polícia, ele vai responder por direção imprudente e outras infrações.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Arquiteto projeta muro para conter expansão do Saara

Obra teria 6 mil quilômetros e tentaria evitar desertificação, fenômeno que ameaça 2 bilhões de pessoas

Um projeto para a construção de uma barreira de 6 mil quilômetros através do deserto do Saara, norte da África, para tentar conter a desertificação de terras vizinhas, foi apresentado pelo arquiteto sueco Magnus Larsson em uma conferência na sexta-feira em Oxford, Grã-Bretanha.

A barreira seria formada por dunas solidificadas de areia e se estenderia da Mauritânia, no oeste da África, até o Djibuti, no leste.

A areia seria estabilizada pela adição em larga escala de bactérias que podem tornar solidificar a massa em poucas horas, endurecendo-a como se fosse concreto.

"Minha resposta (ao problema da desertificação) é um muro de arenito, feito de areia solidificada", afirmou Larsson, que se descreve como um arquiteto de dunas.

Países do norte da África já apresentaram um plano de plantar árvores para formar o que chamaram de Grande Cinturão Verde para evitar que a areia do deserto se expanda.

A proposta do arquiteto seria um complemento e não uma substituição à proposta do plantio de árvores.

"Forneceria o suporte físico para as árvores", disse o arquiteto à BBC. E, o mais importante, segundo Larsson, poderia ser mantida no local mesmo se as árvores fossem cortadas.

"As pessoas destes países são tão pobres que elas cortam as árvores para fazer lenha", acrescentou.

Vantagens
O plano também proporcionaria vantagens para populações locais, afirmou o arquiteto. Por exemplo, a muralha poderia fornecer sombra, abrigo ou uma estrutura para coletar água.

No entanto, Larsson admitiu que o projeto também apresenta uma série de problemas.

"Exitem muitos detalhes que ainda precisam ser considerados nesta história: políticos, práticos, éticos e financeiros. Meu projeto está repleto de desafios", afirmou.

"No entanto, é um começo, é uma visão: gostaria que, pelo menos, este projeto iniciasse uma discussão", acrescentou.
As informações foram obtidas do Estadão

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Projeto restabelece diploma para exercício de jornalismo


O deputado Miro Teixeira (foto) do PDT-RJ, apresentou um Projeto de Lei (PL) na Câmara para regulamentar a profissão de jornalista. O texto, em avaliação na Casa, propõe a exigência do diploma em Jornalismo nas empresas de comunicação do país.

A proposta de Teixeira determina, por exemplo, que caberá apenas aos jornalistas a redação ou edição de conteúdo noticioso, a entrevista ou reportagem, além de organização de pesquisa e ensino de técnicas de imprensa.

O PL mantém a carga horária de cinco horas aos jornalistas, além de permitir o estágio remunerado acadêmico aos alunos do último ano de Comunicação Social. O projeto concede ainda direito para que pessoas com experiência profissional mínima de dois anos na imprensa obtenham registro profissional na categoria.

A proposta visa regulamentar o exercício dos profissionais de Jornalismo, após o Superior Tribunal Federal (STF) ter decidido em 17 de junho último pela revogação da obrigatoriedade do diploma na categoria.

Em contrapartida, o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP) considera a medida um caminho mais difícil para restabelecer o diploma. "Qualquer PL pode ser revogado pelo Supremo, com base na argumentação de inconstitucionalidade", disse Guto Camargo, presidente da entidade.

O Sindicato avalia ainda que a restituição do diploma só deve entrar em vigor com base em Propostas de Emenda Constitucional (PECs). A última delas, apresentada pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), propõe o retorno da obrigatoriedade da graduação no Jornalismo com base em pontos omissos da decisão do STF.

As informações são de Thiago Rosa/Redação Portal IMPRENSA

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Poluição afeta inteligência humana

A exposição à poluição durante a gravidez afeta o coeficiente intelectual das crianças, segundo um estudo americano que será publicado no jornal Pediatrics de agosto.

O estudo realizado durante cinco anos com 249 crianças que viviam nos bairros de Harlem e Bronx, em Nova York, mostra que os HAP, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, diminuem o coeficiente intelectual das crianças desde a gestação.

Os HAP são poluentes tóxicos produtos da combustão do carvão, do diesel, da gasolina ou do gás.
O estudo foi realizado pelo Columbia Center for Children's Environmental Health (CCCEH) e financiado pelo Instituto Nacional para a Saúde dos Estados Unidos (NIH).

As crianças expostas a altos níveis de HAP (2,26 nanogramas/m3) mostraram que possuem um coeficiente intelectual inferior em 4,31 a 4,67 pontos, ao das crianças não expostas.

"Estas conclusões são preocupantes pois estes desempenhos em termos de coeficiente intelectual podem ter consequências no desempenho na escola", disse Frederica Perera, professora de saúde ambiental e diretora do CCCEH.

Ela observou que os efeitos desta contaminação sobre o coeficiente destas crianças é similar aos diagnosticados em crianças expostas a níveis baixos de chumbo, nocivo para o sistema nervoso.

"As conclusões do estudo são uma fonte de preocupação porque o coeficiente intelectual é um determinante importante do futuro sucesso escolar e os HPA são muito usados nos centros urbanos em todo o mundo", acrescentou Perera.

As informações são da Redação do Yahoo

terça-feira, 21 de julho de 2009

Falar palavrão faz bem, afirma estudo


Como diria o famoso escritor Millôr Fernandes, palavrões não nasceram por acaso: "São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos" afirma Millôr.

E para provar que nada substitui um "P...." ou um "Vai se f...." para desabafar quando estamos muito chateados, um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada "NeuroReport" reforça essa teoria, concluindo que falar palavrões pode de fato amenizar a sensação de dor física.

A pesquisa, coordenada pelo psicólogo Richard Stephens, contou com 64 voluntários que mergulharam suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto pronunciavam palavrões escolhido por eles. Logo depois esses mesmos voluntários tinham que repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa, sem ser de baixo calão.

A conclusão do estudo foi que enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média, além do fato da dor diminuir. O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões, o que significa que um aumento da agressividade, amenizaria a sensação de dor, afirmam os cientistas.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

Para o psicólogo Richard Stephens, "(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal". Stephens ainda explica que pronunciar palavrões mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito dele, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. "Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje", afirma o psicólogo.
Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

As informações são da Redação Yahoo! Brasil
O que você acha desta pesquisa realizada por Richard Stephens? Falr palavrões e enunciados de baixo calão faz bem realmente?

Amazônia e Cataratas são finalistas das 7 Maravilhas da Natureza

Votação é feita pela internet e resultado será divulgado em 2011; Mar Morto e Grand Canyon estão na lista


A Amazônia e as Cataratas do Iguaçu estão entre os 28 finalistas de uma pesquisa mundial para eleger as "Sete Novas Maravilhas da Natureza". A votação é feita pela internet e os vencedores serão anunciados em 2011.

Entre os finalistas, anunciados nesta terça-feira, 21 em Genebra, estão o Grand Canyon, a Grande Barreira de Recifes, o Mar Morto e o Monte Kilimanjaro, entre outros locais de exuberante beleza natural.

A votação é organizada pelo aventureiro suíço Bernard Weber, que recentemente coordenou a eleição das novas Maravilhas do Mundo.

A organização de Weber informou que um painel de especialistas escolheu os finalistas entre as 77 indicações mais votadas em uma sondagem anterior.
As informações são do Estadão